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Auxílio Estadual vai ser fundamental para as famílias que mais precisam, avalia Saullo Vianna

Deputado estadual apresentou indicativo ao Governo Federal pedindo a prorrogação do Auxílio Emergencial para o Amazonas e também foi o autor do pedido para o repasse aos municípios do interior.

O Governo do Amazonas anunciou, na manhã desta quinta-feira (28), a criação do Auxílio Estadual que, nos próximos três meses, ajudará financeiramente 100 mil famílias do Estado. Serão três parcelas de R$ 200, a partir de fevereiro, para famílias com responsável maiores de 18 anos, famílias com 4 ou mais pessoas, ativas no Bolsa Família. Autor do requerimento que pedia a criação de um Auxílio Emergencial para os municípios, o deputado estadual Saullo Vianna (PTB) apoiou também a iniciativa do Auxílio Estadual.

“São R$ 600 para famílias em estado de pobreza. Será um alento, sem dúvida, num momento tão difícil como o que está vivendo o nosso Estado. A pandemia do novo Coronavírus não atinge somente a saúde das pessoas, mas também a economia. Por isso, é fundamental este Auxílio Estadual como foi também o Auxílio Emergencial para os municípios, anunciado semana passada, e o Auxílio Emergencial do Governo Federal, disponibilizado no ano passado”, destacou Saullo Vianna.

O deputado apresentou, no início da semana, indicativos ao Governo Federal e à Bancada Federal para solicitar a prorrogação dos benefícios do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda aos cidadãos do Amazonas. O pedido encaminhado ao Governo Federal foi apresentado também à bancada do Amazonas no Congresso Nacional para que a solicitação seja reforçada pelos demais parlamentares. O objetivo é atender à demanda emergencial da categoria trabalhadora de baixa renda, para que possam ter a dignidade recuperada pois atualmente não podem exercer seu trabalho plenamente.

“O Governo Federal tem condições de atender essa solicitação e vamos trabalhar para que isso aconteça. O Amazonas está vivendo um momento particular com o estado de calamidade da saúde e o fechamento do comércio – lockdown – por conta do agravamento da pandemia. Além disso, existe a necessidade de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, de modo a que se evite a perda de empregos e falimento completo da população amazônida”, justificou Saullo Vianna.

 

Assessoria

Foto: Divulgação

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