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Aviação Civil, Setor Primário e Infraestrutura Urbana são pautas de Presidente da Câmara

Em terceira proposição solicitou, em caráter de urgência, mudança de posição da escola Gláucio Gonçalves, no Paraná do Divino Espírito Santo de Cima.

Três proposituras feitas de forma verbal na 2ª Sessão Ordinária deste ano pelo presidente da Câmara, vereador Telo Pinto (PSDB), foram aprovadas. Primeiramente, pediu recapeamento asfáltico para rua João Pereira no Caburi. Em seguida, Moção de Aplausos e Parabenizações à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo pela organização do Carnailha e Carnaboi.

Em terceira proposição solicitou, em caráter de urgência urgentíssima, mudança de posição da escola Gláucio Gonçalves, no Paraná do Divino Espírito Santo de Cima. “Já levaram a igreja, o Centro Social, algumas casas para outra localidade. Falta agora o município entrar, de forma urgente urgentíssima. É na beira do barranco, correndo risco de desabar”, argumentou.

Defensor do fortalecimento do Setor Primário, o parlamentar parabenizou a criação da Cooperativa de Trabalhadores da Agricultura na Agrovila do Caburi. Nesse viés, relatou sobre reunião com o secretário de produção do Estado, onde tratou sobre implantação de um Centro de Inseminação Artificial em Parintins e sobre a ideia de antecipar a realização da 35ª Feira Agropecuária para o mês de maio.

Referente à Map Linhas Aéreas, esclareceu “que não houve nenhuma comunicação oficial sobre o cancelamento dos voos”. A nota foi emitida pela companhia somente na sexta-feira, muito após o Carnaval. “A Map já tem um histórico de desserviços na cidade”, repudiou. “Nós estamos reféns dessa empresa?”, questionou ao tratar sobre a ameaça da companhia aérea em não voar mais em Parintins.

Na ocasião, voltou a falar sobre reunião com técnicos da Gol Linhas Aéreas, os quais, segundo ele, “não pouparam elogios para os equipamentos disponíveis no aeroporto de Parintins”. Em relação a observação feita relativa à falta de operação radiofrequência, informou que a Prefeitura já manteve contatos para contratação do serviço “para que grandes companhias aéreas possam pousar em Parintins”.

Acerca do assentamento da Gleba Vila Amazônia, afirmou que a responsabilidade “é do Incra sim”. “O município de Parintins não está inerte a essa problemática. Nós somos testemunhas disso. Já gastou fazendo um levantamento topográfico na região. Parintins está desde 2018 com uma proposta no Siconv, que é o Sistema de Convênio do Governo Federal, para parceria entre Incra e Prefeitura para recuperação de vicinais. Vocês sabem o que acontece? O Incra não dispõe de dinheiro. O Incra diz que está com recursos contingenciados”, declarou.

Ressaltou que a Prefeitura tem feito “até muito mais que sua parte”. Exemplificou que tem uma patrulha para fazer recuperação de boa parte das vicinais, porém, “a chuva não tem colaborado”.

Clely Ferreira/Assessora da CMP

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