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Barreirinha recebe 100 mil tambaquis em desenvolvimento inicial para fortalecer piscicultura

O recebimento da aquisição foi feito pelo prefeito em exercício, Ridson Barbosa, vereador Klelson Alves, secretário de Produção e Abastecimento, Kennedy Andrade, e equipe técnica da Sempa.

Chegaram ao município de Barreirinha no início da tarde desta sexta-feira (18), cerca de 100 mil pós larvas (estágio de desenvolvimento juvenil) de tambaquis adquiridos pela Prefeitura de Barreirinha, por meio da Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempa), junto a Secretaria Executiva de Pesca Aquicultura do Amazonas (Sepa). A espécie de pescado bastante apreciado na região, terá atenção especial no projeto desenvolvido pela Sempa, para incentivar a piscicultura no município, distribuindo em forma de alevinos aos produtores locais.

O recebimento da aquisição foi feito pelo prefeito em exercício, Ridson Barbosa, vereador Klelson Alves, secretário de Produção e Abastecimento, Kennedy Andrade, e equipe técnica da Sempa. O vice-prefeito, ressalta que a chegada das pós larvas resulta em esperança no fortalecimento da criação de peixes em cativeiro em Barreirinha. “Essa conquista assegura aos produtores locais a capacidade de produzir algo para sua subsistência e ainda comercializar. Então estamos aí para dar todo o apoio técnico necessário para em breve compartilhar com nossos piscicultores”, frisou.

O secretário de Produção e Abastecimento, Kennedy Andrade, informa que a Sempa possui no banco de dados 15 piscicultores cadastrados, sendo cinco em plena atividade nas modalidades tanque escavados e gaiolas. Ele garante que as pós larvas vão ficar no período de 45 a 60 dias se desenvolvendo no berçário montado pela Sempa, um tanque de 15 metros de largura por 25 metros de comprimento e 2 metros de profundidade, construído em 2019 como unidade demonstrativa para a Exposição Agropecuária de Barreirinha, que agora está ativa novamente.

As pós larvas tem oito dias de eclosão e estão passando por período de adaptação ao novo ambiente e passaram duas horas dentro de sacos plásticos para serem soltos no berçário e, posteriormente, com o desenvolvimento avançado, serem doados aos produtores locais como alevinos.

 

Decom da PMB

Fotos: Divulgação

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