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Caprichoso paga funcionários e acordos trabalhistas

Presidente Jender Lobato entende que, antes de qualquer definição sobre o Festival, é importante cuidar das pessoas.

O presidente do Boi Caprichoso, Jender Lobato, iniciou, na tarde desta quinta-feira (26/03), o pagamento de funcionários administrativos, vigias, colaboradores e desenhistas do Conselho de Arte. Será efetuado, ainda, o pagamento das negociações feitas já nesta gestão na Justiça do Trabalho, neste mês de março. A remuneração será para quem estava atuando diariamente antes da crise ocasionada pelo coronavírus (Covid-19).

Jender ressalta que o momento é de pensar no cuidado com as pessoas. “Não é legal tudo o que nós estamos passando e estamos sofrendo, e as pessoas precisam de dinheiro para se alimentar, não é uma questão de luxo é uma questão de alimentação mesmo. É uma questão de necessidade pessoal. Graças a Deus a gente conseguiu, de uma forma muito suada, de uma forma muito trabalhosa, recursos para pagar os funcionários do boi”, frisou o presidente.

*Acordos trabalhistas* – Outra medida anunciada pelo presidente do Boi Caprichoso, que será cumprida ainda em março, é a quitação dos acordos feitos na Justiça do Trabalho. “Nós temos, também, alguns acordos que fizemos na Justiça do Trabalho, já da nossa gestão. Esse acordo vence agora no dia 31 de março e, graças a Deus, nós vamos conseguir honrar. Isso mostra a nova dinâmica que o Caprichoso vem fazendo e a nossa responsabilidade, como presidente do boi, de honrar os compromissos”, enfatizou Jender Lobato.

O dirigente azulado reafirmou seu orgulho de conseguir cumprir os primeiros compromissos, no processo de preparação e organização do Festival. “Embora seja uma obrigação para os bois fazerem isso, nem sempre se consegue fazer. Então nós estamos muito felizes hoje, exatamente porque vamos conseguir”, comemora.

*Festival de Parintins* – Sobre a realização do Festival Folclórico de Parintins, Jender Lobato assegurou que não existe a possibilidade do cancelamento do Festival e que os anúncios de adiamento e nova data deverão ser feitos pelos organizadores do evento, que são o Governo do Estado do Amazonas e a Prefeitura Municipal de Parintins. “A gente sabe que não pode fazer muito ainda, a gente sabe que está vivendo momentos de indefinição por questões de saúde pública e as pessoas estão preocupadas em quando vai ser o festival. Vamos nos preocupar, primeiro, com as pessoas. Quando as pessoas estiverem sãs e salvas, aí sim a gente vai se preocupar em trabalhar a data do festival. Uma coisa é certa, nós teremos festival. A data ainda não sei, mas nós teremos festival, com toda a certeza”, afirmou o presidente.

Foto: Pedro Coelho
Assessoria do Deputado

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