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Corpo de Bombeiros resgata corpos de jovens desaparecidos nas águas do Paraná do Ramos

Com apoio da equipe da Marinha do Brasil através da Capitania dos Portos, o Corpo de Bombeiros localizou e resgatou nesta nesta segunda-feira, 31 de dezembro, os corpos de Alisson Souza dos Santos ( 20) e do menor Erivelton Macedo de Souza, de 15 anos de idade, moradores da Comunidade de Cametá do Ramos no município de Barreirinha, desaparecidos por volta das 11 horas de sábado (29/12), após naufrágio em uma canoa com motor rabeta nas proximidades do cemitério do município de Cametá do Ramos.

Uma equipe da 3° CIBM composta pelos militares, 2° Sgt Bm C. Cruz e Cb Bm Ronney realizaram busca e junto com populares resgataram os cadáveres do meio líquido. Segundo informações dos militares, três pessoas estavam na embarcação quando aconteceu o alagamento. Duas foram a óbito e Antônio Wendel dos Santos Pimentel, 22, conseguiu se salvar, nadando para a margem do rio.

Passado o susto, Antônio Wendel (sobrevivente) relatou que ele e os dois familiares vinham da cidade de Boa Vista do Ramos para Cametá do Ramos no município de Barreirinha, quando foram surpreendidos por um banzeiro, com fortes ondas alagando a canoa.

A equipe da 3° CIBM deu detalhes da ação de resgate comunicando que a primeira vítima (Erivelton Macedo) foi encontrada por volta de 09h50min, e entregue a sua avó materna, a senhora Marina Castro de Souza.

A segunda vítima (Alisson Souza dos Santos) foi encontrada por volta das 13h40min e entregue ao seu irmão Iandre Tavares Barbosa.

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1 comentário
  1. Roque Costa Diz

    Infelizmente não construimos o saber do poder das águas, mesmo com tanta tecnologia e orientações quantos aos perigos, continuamos navegando sem uso dos coletes salva vidas, uma cultura dos povos indígenas que se perpetua nos povos de hoje, diga-se de passagem, os índios respeitavam e respeitam as aguas, diferentes dos povos de hoje que são o indiferentes as normas de segurança das embarcações de grande, médio e pequeno porte, principalmente a as ribeirinhas como as rabetas. Sou viajante da Amazonia desde 2014, fico impressionado como os passageiros dos barcos e lanchas não dimensionamento o
    perigo durante as viagens, são trechos com profundidades de até 100 metros, correnteza, madeira boiando na correnteza, enfim, uma viagem maravilhosa que não canso de fazer, mas, seguro com o meu colete, pode até não servir na hora do sinistro, pelo menos posso emenizar meu sufoco.
    A Capitania dos Portos existem para fiscalizar e orientar, lementavelmente os usuários de veículos náuticos que que dao imprudentes e o pior sempre acontece, lamentável, que sirva de alerta mais uma milionésima vez!

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