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Márcia Baranda pede Hemonúcleo para Parintins e exalta luta contra a homofobia

A solicitação é direcionada ao Governo do Estado para oferecer espaço adequado às instalações da Unidade de Coleta e Distribuição Dr. Amílca Monte Rey, conhecida como Banco de Sangue de Parintins.

A construção de uma Unidade de Hemonúcleo no município de Parintins foi a indicação da vereadora Márcia Baranda(MDB), na sessão desta segunda-feira, 17, na Câmara Municipal.

A solicitação é direcionada ao Governo do Estado para oferecer espaço adequado às instalações da Unidade de Coleta e Distribuição Dr. Amílca Monte Rey, conhecida como Banco de Sangue de Parintins.

Em visita ao local, Márcia Baranda constatou que atualmente o Banco de Sangue está funcionando em um espaço alugado e muito pequeno e a demanda do município de Parintins aumentou em cerca de 30 bolsas semanais, conforme relatou a Coordenadora Eliana Castro.

A parlamentar ressaltou que o Banco possui vários equipamentos adequados e uma equipe de profissionais capacitados. “Falta apenas uma nova estrutura e Parintins já necessita da implantação dessa unidade porque além de Parintins atende todos os Municípios do Baixo Amazonas e até do Pará“, justificou a vereadora.

Em sua participação na tribuna, Márcia também prestou homenagens ao Dia do Enfermeiro, da Família do Assistente Social e dia do Gari. Registrou o projeto “Arte de Curumim”, executado pelo artista Glaucivan Silva e aprovado pela Lei Aldir Blanc, através da Prefeitura Municipal/Secretaria Municipal de Cultura (Semcult) que atendeu treze crianças incentivando a produção artística do talento de quem já nasceu com o dom da arte.

MAIS AMOR, MENOS ÓDIO

A luta contra a homofobia também foi destacada pela vereadora que lembrou o dia 17 de maio de 1990, quando a Organização Mundial da saúde (OMS), retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças.

Por conta desse avanço na luta por direitos civis, o dia 17 de maio tornou-se o Dia Internacional Contra a Homofobia, data oficial de reforço e rememoração das lutas da população LGBTQI+ contra a violência e perseguição às quais é submetida.

“Hoje quero ressaltar o trabalho e a luta por direitos da Associação de Gays, Lésbicas e Travestis de Parintins- AGLTPIN, fundada em 30/03/ 2009, com 346 associados. São doze anos de luta sempre enfrentando ondas de preconceito e de ódio. Mais do que isso a data representa respeito a vida humana. Quantos famílias perderam seus entes para o preconceito hoje transformado em saudades. Mais Amor, menos ódio,” concluiu.

 

Assessoria

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