“Não estamos atrás de quantidade, estamos atrás de qualidade”, diz diretor do Caprichoso sobre seleção de toadas

O Juri técnico e popular que julgou as vinte toadas na audição das composições para o CD “Um canto de esperança para a Mátria Brasilis” foi bastante rigoroso e definiu apenas 3 poesias para o projeto musical de 2019. Para a diretoria do Boi Caprichoso isso reafirma que quem esteve julgando está compromissado com a arena, sem dar prioridade para amigos ou orientado por _lobby_. “Não estamos atrás de quantidade, estamos atrás de qualidade”, disse o coordenador do Conselho de arte Ericky Nakanome, ao anunciar que o Conselho de Arte vai estudar as possibilidades de sanar essa situação.

“Não queremos um CD para agradar compositores, ou alas A, B ou C, queremos um CD para agradar a galera e fortalecer o tema do Caprichoso para o tricampeonato”, assegurou Nakanome.

O sócio fundador do Caprichoso, o radialista Aderaldo Reis exaltou o rigor na escolha das toadas e destacou que o Boi Negro de Parintins é maior que a vaidade pessoal de qualquer um. Ele se diz muito feliz em participar de um momento histórico, pois o Caprichoso ousou em abrir a votação para a galera e que hoje assume que não faz toada para cantar no curral, mas para título, para arena, para o Festival. “50% de um boi-bumbá é a galera e aqui a galera é valorizada. O caminho é esse e se Deus quiser agora é partir para o TriCampeonato”.

Um dos jurados das toadas foi o professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Carlos Monteiro, que pela primeira vez participa da fase inicial do projeto de arena do Caprichoso. “ Estar em Parintins é uma experiência única”, comenta o docente que trocou São Paulo por Parintins.

O presidente do boi Caprichoso, Babá Tupinambá, explicou que os jurados votaram pensando no boi de arena. “Estamos em busca de toadas para arena e não para curral”, diz. Ele confirmou que o próximo passo para fechar as toadas de galera será a encomenda de composições. Com relação às toadas estratégicas o dirigente azulado informou que já estão sendo avaliadas pelo Conselho de arte.

Toadas classificadas

As três toadas aprovadas aprovadas pelo júri foram:

Tribo Caprichoso – Guto Kawakami e Geovane

Rainha do Povo Azulado – Paulinho Du Sagrado

A vida me fez Caprichoso – Roberto Miranda, Rodrigo Novaes e Rosenha.

Texto: Assessoria
Fotos: Pedro Coelho

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