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Parintins faz investigação epidemiológica em região com registros de rabdomiólise

A localidade é a que residem os três pacientes confirmados no município com a rabdomiólise.

A Prefeitura de Parintins, por meio da Secretaria de Saúde, Coordenação de Vigilância em saúde juntamente com a Secretaria de Produção, esteve na região da comunidade São Marcos, no lago da Esperança, região do Caburi. A atividade contou ainda com a presença de membros do Conselho Municipal de Saúde.

A localidade é a que residem os três pacientes confirmados no município com a rabdomiólise.

A equipe realizou investigação epidemiológica, orientações aos moradores quanto a doença, prevenção e a necessidade da busca por atendimento médico caso apareçam os sintomas que consistem em dores musculares, dor de estômago, náuseas, vômitos, fraqueza e urina preta. Segundo a coordenadora de vigilância em saúde Elaine Pires, foi feita também a coleta de amostra de água e também da espécie tambaqui para análise laboratorial.

“Em caso de sintomas é preciso se dirigir ao município de Parintins para avaliação médica, realização de exames específicos e demais procedimento. Conversamos com professores e presidente da comunidade no repasse de informações do que se trata a doença, como se pega e a relação dela com o pescado. É preciso esclarecer porque eles estão bastante assustados”, disse Elaine Pires.

Pires informou também que a Fundação de Vigilância em Saúde do Estado publicou na noite desta quarta-feira um alerta atualizando para 52 o número de casos confirmados da rabdomiólise.

A coordenadora reafirmou que apenas para Itacoatiara existe a orientação por parte da FVS para a proibição do consumo de espécies de pescado, visto o número alto de casos naquele município. “Os demais municípios, entre eles Parintins, não há restrição no consumo de qualquer tipo de peixe. Porém, é preciso verificar a procedência do pescado e principalmente ficar atento em relação à sintomatologia. Apresentou qualquer sintoma como dores musculares, dor de estômago, vômitos, náuseas e nos casos mais graves, a urina preta é preciso procurar o hospital ou UBS mais próxima”, completou.

 

Texto e foto: Secom Parintins

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