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Vereador Telo Pinto apresenta proposituras para região do Tracajá

A interdição do Porto também esteve em sua pauta.

“O vereador tem o papel fundamental de ir ao encontro da população que mais sofre, que mais tem a necessidade de se apresentar as suas demandas aqui no Poder Legislativo”. Assim, o presidente da Câmara Municipal de Parintins, vereador Telo Pinto (PSDB), na manhã desta terça-feira (08/09), relatou viagem a três comunidades do Tracajá.

Em reunião com lideranças e comunitários, disse que colheu demandas e as apresentou em forma de quatro Requerimentos. À comunidade polo da região, Santo Antônio, pleiteou, primeiramente, a instalação de internet sem-fio gratuita. Em seguida, a instalação de luminárias de LED com painel Solar.

Instalação de luminárias de LED com painel Solar também foram requeridas para as comunidades Arizona e Nossa Senhora Aparecida (conhecida como Fluminense). Para respectivas localidades, solicitou novas caixa d’água, ambas de cinco mil litros. Acrescentou aos documentos o pedido de construção de castelo com estrutura em concreto.

A interdição do Porto também esteve em sua pauta. “Em visita, em loco, observei que em nada o que desabou compromete o funcionamento do porto de Parintins”, comentou.

“Observo algumas pessoas, maldosamente, jogando a responsabilidade para o Executivo Municipal, jogando responsabilidade até para nós vereadores do Legislativo. Olha que absurdo! Estamos legislando em prol da população. Não temos a obrigação, muito menos a função de executar qualquer tipo de obra. O nosso papel é reivindicar melhorias para Parintins e isso nós temos feito aqui nessa Tribuna. Não só eu quanto os demais vereadores desta Casa”, completou.

Ao encerrar seu pronunciamento, censurou o discurso da oposição na Casa Legislativa sobre construção de hospital de campanha. “Construir hospital por construir é um absurdo. Nós temos 100 leitos no Jofre Cohen. Tem 50 ocupados, ou seja, estamos com 50% dos leitos ocupados. O Jofre Cohen está com protocolos que são usados em São Paulo. Agora, instalou protocolo da SAMEL e ainda se fala em hospital de campanha? Por que? Para gerar mais despesas no município de Parintins?”, questionou.

Clely Ferreira/CMP

Foto: Divulgação

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