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Vereadora Gonçalves participa do Painel das Mulheres apresentado no 7°congresso Nacional de Legislativos Municipais

Brasília (DF) – Durante a apresentação algumas vereadoras fizeram sua manifestação  e contaram algumas ações de vereadora em cada Município. A vereadora Simone Oliveira de Aguá Clara -MS conhecida como Simone Xucra, foi a  4 vereadora mais bem votada em seu primeiro mandato , onde realiza projetos sociais como o gabinete itinerante visando atender a população em suas indicações , matem o projeto   tenda solidaria que recolhe roupas para doar as pessoas carentes do município. A vereadora Maria Helena Trentin de Anchieta-SC foi a segunda vereadora a fazer seu pronunciamento onde fala da grande diferença  entre o homem e a mulher na politica e dos incentivos para inserir cada vez mais mulheres na politica brasileira.

Na sequencia Graça Rezende, Vereadora do Município de Cabedelo-PB  relatou que apesar da marcante desigualdade a mulher pode sim e deve esta na politica  e não é só para completar a vaga no partido e sim competir de forma igual.De Guaraí-TO a vereadora Maria de Fátima Coelho  que falou da sua contribuição no município onde procura está sempre em contato com os eleitores e amigos em diversas situações.

Do município de Parintins-AM, Vanessa Gonçalves em seu 3 mandatos  fala da importância em participar dos Congressos pois desde que começou a participar  aprendeu a reconhecer a importância comunicação digital no mandato ,divulgar sua ações , informar o eleitor  e incentivar a acompanhar de perto as indicações .Representar minha Parintins e o Estado do Amazonas neste congresso  é motivo de orgulho, com dedicação e, acima de tudo , honrando a confiança do povo parintinense é que fazemos a diferença finalizou  Vanessa Gonçalves.

Vale destacar ainda, que mesmo com a importância das iniciativas de ações afirmativas, essas não se configuram como meio e fins únicos para a viabilização de mais mulheres na política. Para isso, é necessário que os políticos, os partidos e o Estado se comprometam com uma agenda mais igualitária e que a sociedade civil consiga estimular e exigir uma mudança nesse cenário.

Texto: UVB

Foto: Divulgação

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